Você sabia que perdemos diariamente uma quantidade de cabelo que pode chegar a pelo menos 100 fios? Mas não precisa se assustar, este é o processo natural da vida capilar: crescimento, repouso e queda.
Esta condição só se torna problemática quando há um excesso na perda. Este quadro é seguido pela redução de volume e pelo aparecimento de falhas ou entradas. Apesar disso, a queda anormal pode não ser ainda um sinal de calvície. Em certos casos onde há envolvida uma grande carga de estresse, físico ou emocional, pode ocorrer o eflúvio telógeno.
Quanto à calvície, você irá conhecer as principais causas e características agora!
Calvície masculina e feminina
A calvície é principalmente conhecida pelos problemas de autoestima que pode trazer para os homens. Porém, saiba que ela também pode atingir da mesma forma as mulheres. As causas não diferem muito de outras razões comuns, que estão relacionadas à queda capilar. A diferença é que aqui podemos ressaltar também o fator genético, especialmente no caso masculino.
Acontece que a testosterona que chega ao cabelo transforma-se em outro hormônio pela ação de uma enzima. Este, por sua vez, é responsável pela rarefação capilar. O resultado é que com o tempo o cabelo diminui e torna-se mais fino. A vilã neste cenário é a 5 alpha reductase. Sua ação é o que transforma a testosterona em di-hidrotestosterona, sendo inibidora do crescimento capilar, que vai agir onde há propensão genética à calvície, tanto masculina quanto feminina.
A maior parte dos homens começa a exibir os primeiros sinais de calvície a partir dos 20 anos. É quando costumam surgir as famosas entradas. Em alguns casos, a perda de cabelo começa na parte posterior, bem no topo da cabeça, ocasionando o que conhecemos por “coroa”. Nas mulheres, o quadro de calvície costuma se manifestar após os 30 anos. A queda, neste caso, costuma estar concentrada no centro da cabeça.
Sintomas nos homens
Os cabelos não caem de uma vez, mas a queda é contínua, persistente e irreversível, pois é determinada pelos genes que a pessoa herdou do pai e/ou da mãe. Na maior parte dos casos, os cabelos continuam caindo e a calvície toma conta de toda a área superior da cabeça, sobrando apenas fios que se concentram numa faixa nas laterais e atrás da cabeça.
Quando os sinais começam a aparecer mais tarde, por volta dos 25/26 anos, a queda é mais lenta e costuma responder melhor ao tratamento. No entanto, o mais provável é que, depois dos 50 anos, todos os homens de uma família geneticamente predisposta apresentem, em grau menor ou maior, sinais da perda anormal de cabelos.
Sintomas nas mulheres
Até a menopausa, as mulheres contam com a proteção dos hormônios femininos. Depois, quando os níveis de estrogênio caem, a proteção desaparece e aquelas com predisposição genética podem manifestar uma queda anormal de cabelos. Diferente do que acontece com os homens, nas mulheres os cabelos da frente permanecem, mas os fios ficam finos e rarefeitos, especialmente no topo da cabeça. Nos casos mais avançados, o couro cabeludo pode tornar-se visível.
Os casos de alopecia androgenética feminina vêm aumentando à medida que as condições da vida moderna expõem as mulheres a maior carga de estresse, tensão e ansiedade. São considerados outros fatores de risco: o excesso de produtos químicos utilizados nas tinturas, alisamentos e permanentes, puxar muito os cabelos para prendê-los em rabos de cavalo ou tranças e a carência de nutrientes e vitaminas provocadas por dietas restritivas para emagrecer.
Fique atento às recomendações!
Alguns casos de perda de cabelos merecem atenção especial. Procure logo o tratamento ideal ao notar as seguintes situações:
➡ Seus cabelos estão caindo mais depressa e em maior quantidade nos últimos meses, ou caem em tufos.
➡ O couro cabeludo está vermelho, coça muito ou arde.
➡ A produção de oleosidade está muito acima do normal.
➡ Sinais de caspa aparecem nas roupas e nos fios.
Lembre-se que, como todas as outras funções do organismo, a renovação dos cabelos fica mais lenta com o passar dos anos e parte dos fios que caíram não voltam a crescer. De acordo com a herança genética, esse tipo de alopecia atinge em graus diferentes os homens e as mulheres depois dos 50 anos.
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O sistema capilar tem seu equilíbrio alterado com muita facilidade devido a fatores internos e externos, como cuidados inadequados, poluição ambiental e tratamentos agressivos. Esses fatores podem levar a outras condições dermatológicas, sendo elas a caspa, o excesso da produção de sebo, fragilidade da haste e, em casos mais graves, eczemas e dermatites. Assim, para ter um tratamento de alta performance, é necessário ter atenção ao veículo de escolha para cada formulação.
É então que entra a linha pelOH! da fourlab., com produtos destinados ao couro cabeludo. Eles limpam, fortalecem e estimulam o crescimento de novos folículos, utilizando vitaminas, minerais e nutrientes que auxiliam de dentro para fora a melhorar a saúde capilar, hidratando e promovendo o crescimento, além de agirem melhorando a circulação do couro cabeludo, o sistema imunológico e o fortalecimento capilar, evitando e prevenindo a queda de cabelo e a calvície.
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